Estruturado por especialidade
Dermatologia não é ortopedia. Criamos funis específicos para cada especialidade, com palavras-chave e criativos que respeitam o vocabulário do paciente-alvo.
Médicos não podem usar o playbook de tráfego pago de outros nichos. A Gota entrega campanhas Google Ads e Meta Ads estruturadas pela Resolução CFM 2336/2023, com mensuração que vai além do lead.
Dermatologia não é ortopedia. Criamos funis específicos para cada especialidade, com palavras-chave e criativos que respeitam o vocabulário do paciente-alvo.
Toda copy, criativo e landing page passa por revisão Atlas antes de publicar. Zero promessa de resultado. Zero sensacionalismo. Zero anúncio que te processa por ofício.
CAC, taxa de comparecimento, LTV. Não reportamos só clique e lead — reportamos paciente atendido. É a única métrica que fecha o ciclo.
Analisamos o que já está rodando, identificamos vazamentos de verba e riscos de CFM. Se não houver campanha, estruturamos do zero.
Topo, meio e fundo de funil com criativos específicos pra jornada do paciente. Integrado ao Método Atlas do cliente quando existe.
Páginas otimizadas pra conversão e revisadas pela Resolução CFM 2336/2023. Hospedagem e gestão inclusas.
Ajustes por performance real, com relatório executivo quinzenal sem jargão. Reunião mensal de 30 minutos com gestor dedicado.
Paciente que pesquisa “dermatologista em [cidade]” não está explorando. Está pronto pra agendar. É intenção de compra pura — o canal mais eficiente do arsenal.
Gerimos campanhas de busca, display remarketing e Performance Max quando faz sentido. Todo funil integrado ao sistema de agendamento da clínica.
Instagram e Facebook trabalham o topo e o meio — apresentação do médico, construção de autoridade, remarketing. São ótimos para humanização; são fracos quando usados sozinhos pra converter.
Integramos Meta Ads ao plano Atlas do cliente, usando o mesmo pool de criativos pra não duplicar produção. Criativos revisados pelo checklist CFM antes de subir.
Querendo acelerar o preenchimento com campanhas estruturadas.
Com posicionamento pronto, querendo escalar via canais de intenção.
Se o seu posicionamento ainda não está claro, tráfego pago acelera o problema em vez de resolver. Nesses casos, recomendamos começar pelo Método Galileo e pelo plano Atlas — e só depois subir campanhas.
Depende da especialidade, da cidade e do estágio do médico. Tratamos isso no diagnóstico — cada caso exige análise específica antes da proposta.
Não. Garantia numérica é proibida pelo CFM 2336 e é pouco honesta — ninguém sabe o resultado exato antes de rodar. O que garantimos é método, governança, mensuração e ajustes semanais.
Revisamos tudo antes de subir justamente pra reduzir esse risco. Quando acontece (raro), paramos a peça imediatamente, revisamos e respondemos ao CRM junto com o advogado do médico quando houver.
Apenas no formato educativo de quatro etapas, com mínimo de quatro pacientes diferentes, conforme a Resolução CFM 2336/2023 permite. Nunca antes/depois individual.
Nosso contrato é mensal com aviso prévio padrão. Mas trabalho de tráfego pago abaixo de 90 dias raramente mostra dado suficiente para decisão — é o que alinhamos no diagnóstico.
Aprovam, mas têm política própria pra saúde. Tratamos isso no processo de criação — copy, landing e formulário seguem as políticas das plataformas além do CFM.
Relatório quinzenal em PDF com CAC, taxa de comparecimento estimada, spend por campanha, criativos que performam, plano da quinzena seguinte. Zero jargão.
Pode. Mas tráfego pago funciona melhor quando há plano Atlas rodando em paralelo — criativo se recicla, posicionamento é coerente entre feed e anúncio. Em muitos casos recomendamos começar pelo Atlas e só depois subir mídia.
Em até 48 horas, retornamos com uma leitura objetiva das suas campanhas atuais — onde vaza verba, quais riscos de CFM existem, quais oportunidades passam batidas. Sem obrigação de contratar.